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26/11/2018

Entenda por que o azeite faz bem à saúde e quando pode engordar

Neste sábado (24), Dia Mundial da Oliveira, Rita Bassi, presidente da Associação Brasileira de Produtores de Azeite, explica os benefícios

O azeite é feito de suco da azeitona. De acordo com Rita Bassi, presidente da Associação Brasileira de Produtores, Importadores e Comerciantes de Azeite de Oliveira (OLIVA), o azeite contém ácidos graxos, antioxidantes, vitamina A, D, K e E e compostos orgânicos que são benéficos para a saúde.

A produção do azeite começa na colheita das azeitonas, que são selecionadas e, depois, passam pelo processo de limpeza, por meio de jatos de ar, responsáveis por remover folhas e poeira. Em seguida, para tirar outras impurezas, as azeitonas são lavadas na água.

Após lavadas, as azeitonas são trituradas, formando uma pasta. Segundo Rita, essa pasta é como o bagaço do suco de laranja. Ele passa por um processo, que separa esse "bagaço", deixando só o suco da azeitona, que forma o óleo para o consumo.

O azeite é rico em ômega 9 (ácido oleico), que age como anti-inflamatório, segundo a presidente da OLIVA. Segundo ela, por esse motivo ele ajuda a provocar a sensação de saciedade e estimula a produção de hormônios da digestão. Entretanto, se consumido de maneira exagerada, pode ter efeito laxante.

A presidente da OLIVA afirma que a recomendação é que sejam consumidas duas colheres de sopa de azeite por dia na comida. Ela ressalta que, embora seja benéfico à saúde, trata-se de uma gordura e, se consumido em excesso, pode levar ao ganho de peso.

Segundo ela, o consumo de azeite ajuda no combate do envelhecimento das células. O óleo possui compostos fenólicos, que são antioxidantes. Esses antioxidantes combatem os radicais livres, causadores do envelhecimento das células. O azeite ajuda também na longevidade por ajudar na prevenção de doenças.

O consumo do azeite ajuda na proteção do cérebro e do coração, segundo a presidente da OLIVA, pois é rico em vitamina E, um antioxidante capaz de reduzir a formação de placas de gordura formadas nas veias e artérias e, contribuindo também para prevenir o infarto e o AVC.

Pessoas com colesterol alto (altas taxas de LDL, o mau colesterol) podem consumir azeite normalmente, segundo a presidente do OLIVA. Por ser rico em ômega 9, o azeite ajuda a não acumular a gordura nas artérias, abaixando os níveis de colesterol ruim e controlando os níveis de colesterol bom (HDL).

O consumo de azeite contribui para a prevenção da osteoporose, segundo a presidente da OLIVA. O alimento é rico em vitamina D, que ajuda na fixação do cálcio nos ossos. Ela afirma que o azeite também contém oleuropeína, substância anti-inflamatória que tem os mesmos efeitos do cálcio para o corpo.

De acordo com a presidente da OLIVA, o azeite ainda é rico em incretinas, hormônios que ajudam na regulação dos níveis de açúcar no sangue e, por controlarem os níveis de glicose, ajudam a melhorar a sensibilidade do corpo à insulina e no controle dos quadros de diabetes.

A acidez do azeite refere-se a à concentração de gorduras boas no produto, sendo um dos meios de avaliação química de qualidade do produto. Para o consumo, a avaliação da acidez do azeite, segundo Rita, não faz diferença.

Os azeites possuem três classificações: extravirgem, que é totalmente composto pelo suco da azeitona, 100% natural, e sem uso de produtos químicos, apresentando acidez até 0,8%; o azeite virgem é aquele que apresentou algum defeito e passa por refinamento, sendo adicionado azeite extravirgem ao final e, sua acidez é de 1%; azeite lampante, que apresenta acidez superior a 2%, sendo impróprio para o consumo e não podendo ser comercializado.

A cor, assim como o sabor do azeite, pode ser determinada de acordo com o grau de maturação das azeitonas em maioria no processo. "Azeites mais esverdeados continham mais azeitonas verdes e mais escuros, azeitonas pretas", afirma Rita.

Rita afirma que o azeite deve ser comprado sempre em vidros escuros, pois a exposição à luz e ao calor pode oxidar o azeite. Ao contrário do vinho, quanto mais recente o azeite for, melhor, pois o tempo também causa a oxidação do óleo. Azeites com embalagens de lata também são apropriados porque a lata impede o contato do óleo com a luz.

Ao comprar o azeite, o consumidor deve se atentar à origem do produto, onde foi embalado, a marca, o preço, lote e a validade. De acordo com a presidente da OLIVA, se é originário de outro país, mas embalado no Brasil, de marcas desconhecidas e importado com preços baixos, podem ser indicadores de um alimento fraudado, que pode estar misturado à óleos prejudiciais à saúde
*Estagiária do R7 sob supervisão de Deborah Giannini.

Fonte: https://noticias.r7.com/saude/fotos/entenda-por-que-o-azeite-faz-bem-a-saude-e-quando-pode-engordar-24112018#!/foto/11

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  "UMA DIVISÓRIA, UM PONTO DE CORTE
Nosso laboratório iniciou suas atividades em 1983, portanto há 32 anos. Naquela época, os laboratórios da nossa cidade mantinham entre eles um bom relacionamento, que perdurou por muitos anos. Mas os tempos foram mudando e novos colegas se instalaram na cidade com percepções mais comerciais das análises clínicas e surgiu a famosa concorrência. Não estávamos acostumados com esta nova forma de relacionamento e a sensação de isolamento e solidão sobreveio sobre nossas almas. E assim permanecemos por algum tempo até que, em 2003, o Dr. Paulo Saraiva, nosso eterno professor de Imunologia, convidou-nos para uma reunião em Porto Alegre com uma tal de associação de laboratórios, lá da fronteira. Isto era, igualmente, algo novo para nós, mas decidimos participar da reunião, e para a Capital nos deslocamos, levando na bagagem a sensação de incredulidade e, como se diz aqui nos Campos de Cima da Serra, “um pé na frente e outro atrás”.
       Nossos colegas da fronteira apresentaram a associação de forma tão humilde e coerente que aderimos naquele dia mesmo e, desde então, nossa vida como empresa e como profissionais da área da saúde passou a ter uma divisória, um ponto de corte: antes e depois da LAS. Foi-se a solidão. Temos 51 novos colegas para compartilhar experiências e processos, parcerias com fornecedores a propiciar condições para melhor nos defendermos na selva comercial em que se transformou o Brasil, grandes oportunidades na área do conhecimento a nos tornar profissionais mais aptos tecnicamente e melhores gestores de nossas empresas e, especialmente, a proximidade com verdadeiros amigos a alimentar-nos de ânimo e motivação, não somente para seguir o caminho, mas também para participar da diretoria desta união de iguais que, hoje, recebe nome de LAS. Àqueles que tiveram a ideia e a coragem de criar a LAS e que gastaram seu tempo e sua energia para mantê-la até o surgimento de pernas e braços próprios, meu emocionado agradecimento.
"

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